Às vezes não é sobre dizer muito.
É sobre olhar… e tudo já estar entendido.
Há encontros que não pedem tradução.
O corpo fala, a energia responde, e de repente duas pessoas se reconhecem como se já tivessem se encontrado em algum lugar do tempo.
Não tem jogo.
Não tem medo.
Só aquele magnetismo silencioso que aproxima, aquece e permanece.
Há quem traga tempestades.
Mas também existem aqueles que chegam como um feitiço suave:
te atravessam pelo olhar,
te encontram no pensamento,
e ficam dançando na memória mesmo quando já foram embora.
Talvez seja isso o tal do encanto.
A mistura de desejo com algo quase sagrado.
Como um buquê impossível de ignorar:
rosas vermelhas para o fogo que pulsa,
rosas brancas para a verdade que permanece.
E no meio disso tudo…
um olhar que diz sem palavras:
eu já te encontrei.
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