segunda-feira, 30 de março de 2026

Hoje eu parei… e me olhei com verdade.

 Hoje eu parei… e me olhei com verdade.


Percebi as curvas invisíveis que carrego — aquelas que não se veem no espelho, mas se sentem na alma. A curva do meu sorriso, que insiste em florescer mesmo depois da dor. A curva do meu olhar, que aprendeu a enxergar beleza onde antes só havia ausência. A curva da minha bondade, que transborda mesmo quando o mundo não devolve na mesma medida.


Mas também me vi por fora.


Vi as curvas do meu corpo… aquelas que passam e chamam atenção, que contam histórias sem precisar dizer uma palavra. Curvas que não pedem permissão, apenas existem — livres, vivas, minhas.


E então entendi…


Eu sou feita de muitas curvas.

As que acolhem.

As que seduzem.

As que curam.

As que renascem.


E em cada uma delas… existe uma versão minha que aprendeu a se amar um pouco mais.


Hoje eu não me escondo.

Hoje eu me contemplo.

Hoje eu me celebro.


Porque ser eu… é arte em movimento. ✨

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