Hoje eu parei… e me olhei com verdade.
Percebi as curvas invisíveis que carrego — aquelas que não se veem no espelho, mas se sentem na alma. A curva do meu sorriso, que insiste em florescer mesmo depois da dor. A curva do meu olhar, que aprendeu a enxergar beleza onde antes só havia ausência. A curva da minha bondade, que transborda mesmo quando o mundo não devolve na mesma medida.
Mas também me vi por fora.
Vi as curvas do meu corpo… aquelas que passam e chamam atenção, que contam histórias sem precisar dizer uma palavra. Curvas que não pedem permissão, apenas existem — livres, vivas, minhas.
E então entendi…
Eu sou feita de muitas curvas.
As que acolhem.
As que seduzem.
As que curam.
As que renascem.
E em cada uma delas… existe uma versão minha que aprendeu a se amar um pouco mais.
Hoje eu não me escondo.
Hoje eu me contemplo.
Hoje eu me celebro.
Porque ser eu… é arte em movimento. ✨
Nenhum comentário:
Postar um comentário