domingo, 29 de março de 2026

Hoje eu sou feita de lua.

 

Hoje eu sou feita de lua.
Sou mistério, sou maré, sou encanto.

Tem dias que eu viro cigana — livre, intuitiva, guiada pelo invisível.
Tem dias que sou Tata Mulambo — intensidade, verdade crua, força que não se curva.
Tem dias que sou Yemanjá — acolhimento, profundidade, amor que transborda como o mar.

Hoje eu me reconheço em todas essas mulheres que vivem em mim.
E percebo o quanto o meu poder é imenso, sagrado, impossível de apagar.

Carrego um amor inteiro dentro do peito.
Um amor que não se parte, não se diminui, não se entrega pela metade.

Quem olha pra lua… de alguma forma, me encontra.
Porque eu sou dela.
Sou feita desse brilho calmo que atravessa a noite.

Sou sereia.
Daquelas que dançam com o vento,
que bailam com a alma,
que pertencem ao mar e ao mistério.

Sereia que dança com a cigana sob o luar,
que carrega a força de Tata Mulambo,
e o amor infinito de Yemanjá.

E hoje…
eu me amo exatamente assim.

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