domingo, 25 de janeiro de 2026

Homens sejam um Juliano Flos

 Na sala do BBB, ele se senta com calma, os ombros relaxados, o olhar atento.

Fala baixo, mas cada palavra é medida, escolhida para não machucar.

Cumprimenta todos com um sorriso que não é ensaiado,

que ilumina o rosto de quem está ao redor, mesmo nos momentos de tensão.

Quando falam da namorada, aquele sorriso muda: brilha, suave, cheio de ternura.

O jeito meigo, respeitoso, que muitos confundem com fraqueza,

mostra admiração genuína por uma mulher empoderada,

uma mulher que não precisa de aprovação, mas que ele celebra com alegria.

Ele ajuda nas tarefas, ri das piadas, mas nunca a custa de ninguém.

Olha nos olhos, escuta de verdade, e seu silêncio é presença.

E ainda assim, o mundo especula: “Será que é gay?”

Só porque sua sensibilidade não se veste de agressividade,

só porque respeitar, cuidar e elogiar ainda assusta quem não entende.

Mas assistir a ele é aprender outra masculinidade.

Que gentileza é força.

Que educação não é vazio.

Que um homem pode amar, admirar, sorrir, emocionar-se

e ainda assim ser inteiro.

Que Juliano Flos não precisa provar nada a ninguém,

porque a autenticidade dele é a masculinidade que o mundo insiste em não enxergar.

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