Ela não pede licença pra existir.
Tem mulher que chega silenciosa… e tem aquelas que chegam como verdade. Ela é dessas. Igual a : intensa, afiada, impossível de ignorar.
Ela fala o que pensa — e sustenta. Não é sobre ser polêmica… é sobre não aceitar viver pela metade. O mundo tentou ensinar que mulher forte demais assusta. Ela respondeu sendo ainda mais forte.
Tem olhar de quem já entendeu o jogo. Não abaixa a cabeça, não aceita migalha, não romantiza desrespeito. Se for pra ficar, é pra somar. Se for pra falar, é pra ser ouvida.
Chamam de difícil. Ela chama de seletiva.
Ela já chorou, já quebrou, já duvidou de si. Mas diferente de muitas, ela não se escondeu depois disso. Ela voltou mais firme, mais consciente, mais dona de si.
É o tipo de mulher que não implora atenção — ela vira presença. Não corre atrás — ela se posiciona. Não aceita pouco — porque sabe exatamente o quanto vale.
E no meio disso tudo, tem também o amor…
mas um amor que não diminui, não silencia, não molda — um amor que aprende.
Como na música , do , que nasceu de uma mulher chamada Amanda — uma mulher que ensinou sobre feminismo, sobre voz, sobre não aceitar menos do que se merece. Não é só uma canção… é um retrato de quem acorda o outro pra consciência.
Porque ser como ela é isso:
é ser amada sem ser apagada.
é ser intensa sem pedir desculpa.
é ser feminista sem abaixar o tom.
Ela não quer ser aceita.
Ela quer ser respeitada.
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