sábado, 2 de maio de 2026

Coração Livre, Alma em Movimento


Nunca fui de caber em moldes.
Nunca precisei de máscara pra existir.
Eu sou dessas que passa pela vida sentindo tudo — mesmo quando dói, mesmo quando transborda.

Tem gente que quer estabilidade, chão firme, certeza.
Eu? Eu sempre fui mais do vento.
Daquelas que, quando percebe, já está voando antes mesmo de pensar em andar.

Aprendi que meu destino não é ficar.
É sentir, viver, transformar.

Carrego minhas histórias como marcas no corpo e na alma.
Cada queda me ensinou um jeito novo de levantar.
Cada erro me deu um pouco mais de mim.

Eu não sou perfeita — e nem quero ser.
Eu sou intensidade em forma de gente.

Meu coração não bate no ritmo dos outros.
Ele insiste em ir contra, em sentir demais, em escolher caminhos que ninguém entende.
E tudo bem.

Porque liberdade, pra mim, é isso:
não me prender ao que esperam,
não me calar pra caber,
não me diminuir pra ser aceita.

Se for pra ficar, que seja leve.
Se for pra ir, que seja inteira.

Eu não prometo permanência.
Prometo verdade.

Hoje eu sei:
não sou feita pra ser controlada,
nem para viver pela metade.

Sou feita de ciclos, de recomeços, de descobertas.
Sou aprendiz da vida — e talvez sempre seja.

E quer saber?
Isso não é fraqueza.

É coragem.

Porque viver de verdade exige peito aberto,
e eu escolhi sentir tudo — até o que machuca.

A vida não é pra ser entendida o tempo todo.
É pra ser vivida.

Então vem sem medo.
Se joga no desconhecido.
Se permite.

Porque no fim…
a gente só se encontra quando para de tentar se prender.

E eu?

Eu continuo.

Livre.
Intensa.
Minha.

Com um coração que nunca aprendeu a bater devagar —
e que, sinceramente, nem quer.

Inspirado na alma livre de , de — e na minha própria história de me perder e me reencontrar mil vezes.


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